Cristiano Ronaldo e Real Madrid acordaram, no passado mês de janeiro, que o internacional português poderia deixar o Santiago Bernabéu por verba inferior àquela que está prevista na cláusula de rescisão: nada menos que €1.000 milhões.
Noticia o diário Marca que, na ocasião, CR7 teve a garantia por parte da Direção presidida por Florentino Pérez de que não seriam colocados entraves a uma hipotética transferência, sempre e quando chegue à capital espanhola oferta considerada «razoável». Distante, sublinha a publicação, dos astronómicos €1.000 milhões.
Ainda segundo a mesma fonte, o documento assinado pelas duas partes determina que Ronaldo não possa sair para um rival direto do Real Madrid. Premissa que, na ótica do capitão da Seleção Nacional, não se aplica à Juventus, clube que está a dar passo firmes tendentes à contratação do português.
Em Turim, CR7 teria à espera dele contrato de quatro temporadas, à razão de €30 milhões anuais. Qualquer coisa como €120 milhões até 2022.

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